A carga pronta e metida nos contentores... desta feita carga tirada do contentor que chegou "finalmente" a Paris. Descubram as diferenças:
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Tony Reis - Sandokan - Ascensão 1992
Todos os grandes artistas cantam nos grandes palcos, Represas no São Luís, Tony Carreira no Olympia, na Chamusca também temos grandes artistas e casas de espetáculos emblemáticas:
Tony Reis - Sandokan no Benfica , Semana da Ascensão em 1992
Tony Reis - Sandokan no Benfica , Semana da Ascensão em 1992
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Acantonar
Pois, isto com idade...
Então é assim, quem me conhece sabe da minha "aversão" aos escuteiros, antes de me chamarem nomes e o camandro, deixem-me explicar: Não tenho nada contra os escuteiros e as actividades dos escuteiros, nada contra, só não gosto de escuteiros! É como perguntar qual é a cor que não gostamos, a cor nunca nos fez mal, não gostamos porque não gostamos... e eu com os escuteiros sou assim, não gosto e nem sei porquê! Como tenho amigos escuteiros tenho muito cuidado com as palavras, não quero parecer ofensivo. Isto tudo porquê? Porque desde que vim para França que estou a acampar, melhor a acantonar, no apartamento que aluguei. Comecei por um saco cama e uma espuma mas depressa fiz um upgrade para uma almofada e colchão insufláveis. Isto das costas e a idade que não perdoam (pareço um velho)!). A minha mulher chamou-me a atenção para o facto de eu estar a acantonar, que é acampar dentro de casa. E é verdade, tenho talheres de campismo, uma cadeira de campismo, mesa de campismo e só como comida de juntar água a ferver. Sinto-me verdadeiramente, um escuteiro! No outro dia dei comigo em frente ao espelho com uns calções e umas meias até ao joelho com berloques... felizmente estava só a sonhar!
E hoje chega o contentor com a mobília, loiça e electrodomésticos do Dubai!
Já estou farto de comer sopa instantânea e dormir num colchão insuflavel, enfim chega de acantonar, e eu que nunca fui escuteiro, vai-te embora oh "Barda Pála"!
Então é assim, quem me conhece sabe da minha "aversão" aos escuteiros, antes de me chamarem nomes e o camandro, deixem-me explicar: Não tenho nada contra os escuteiros e as actividades dos escuteiros, nada contra, só não gosto de escuteiros! É como perguntar qual é a cor que não gostamos, a cor nunca nos fez mal, não gostamos porque não gostamos... e eu com os escuteiros sou assim, não gosto e nem sei porquê! Como tenho amigos escuteiros tenho muito cuidado com as palavras, não quero parecer ofensivo. Isto tudo porquê? Porque desde que vim para França que estou a acampar, melhor a acantonar, no apartamento que aluguei. Comecei por um saco cama e uma espuma mas depressa fiz um upgrade para uma almofada e colchão insufláveis. Isto das costas e a idade que não perdoam (pareço um velho)!). A minha mulher chamou-me a atenção para o facto de eu estar a acantonar, que é acampar dentro de casa. E é verdade, tenho talheres de campismo, uma cadeira de campismo, mesa de campismo e só como comida de juntar água a ferver. Sinto-me verdadeiramente, um escuteiro! No outro dia dei comigo em frente ao espelho com uns calções e umas meias até ao joelho com berloques... felizmente estava só a sonhar!
E hoje chega o contentor com a mobília, loiça e electrodomésticos do Dubai!
Já estou farto de comer sopa instantânea e dormir num colchão insuflavel, enfim chega de acantonar, e eu que nunca fui escuteiro, vai-te embora oh "Barda Pála"!
domingo, 7 de abril de 2013
Bater punho?
Sim! A bater punho com força, com energia...
Será que o que eu preciso é de bater punho? Ou talvez aparecer na televisão a fazer figura de parvo... mais um afilhado do Relvas, o que só por si já indicia qualidade:
Será que o que eu preciso é de bater punho? Ou talvez aparecer na televisão a fazer figura de parvo... mais um afilhado do Relvas, o que só por si já indicia qualidade:
sábado, 6 de abril de 2013
Rónhónhó le croissant...
Não se admirem se me virem por terras de França, com uma boina, de bicicleta e uma baguete debaixo do braço.
Prometo que meto aqui uma foto nesse propósito mas só quando a minha mulher chegar, é que tirar uma foto a mim próprio numa bicicleta e com um pão debaixo do braço parece-me uma boa maneira de perder os dentes da frente, partir o telemóvel e empenar as rodas da bicicleta. Ainda pra mais não sei dizer, Ó mussiur tire-me aqui uma foto! E mesmo que soubesse não ia deixar nas mão de um francês o meu telémovel.
Prometo que meto aqui uma foto nesse propósito mas só quando a minha mulher chegar, é que tirar uma foto a mim próprio numa bicicleta e com um pão debaixo do braço parece-me uma boa maneira de perder os dentes da frente, partir o telemóvel e empenar as rodas da bicicleta. Ainda pra mais não sei dizer, Ó mussiur tire-me aqui uma foto! E mesmo que soubesse não ia deixar nas mão de um francês o meu telémovel.
Faz-me o favor de me vender algo?
Já alguma vez vos aconteceu entrar numa loja para comprar algo e ser recebido de tal modo que mais parece que estamos a fazer um enorme favor ao comprar algo ali? A mim está-me a acontecer isso agora, desta feita com um banco, o BNP Paribas em França, e o mais curioso é que além de ter aberto uma conta nesta instituição, que não é um grande favor, reconheço, mas o mínimo que podiam fazer era pelo menos regularizar a minha conta para pelo menos poder movimentar o MEU dinheiro. Abri a conta à mais de um mês e ainda não está completamente "aberta". Passo a explicar, comecei a trabalhar em França no principio de Março, tive de abrir uma conta para a minha empresa lá depositar o salário, mas aparentemente o processo não foi concluído por um comprovativo de morada e apesar de todos os meus esforços os senhores do BNP Paribas parecem muito ocupados para atender à minha situação. Mesmo que tenha lá todo o meu salário e não lhe possa tocar uma vez que a conta está "congelada". Sinto que me estão a fazer um enorme favor por me abrirem a conta e um ainda maior para a regularizarem completamente e me deixarem fazer transferências e ter um cartão de débito...
Lembrei-me então de um anúncio que vi, de outro banco, este na India, que com um anúncio retrata esta ideia:
Quem vende faz um enorme favor ao comprador!
Lembrei-me então de um anúncio que vi, de outro banco, este na India, que com um anúncio retrata esta ideia:
Quem vende faz um enorme favor ao comprador!
domingo, 22 de abril de 2012
Vaticinio 2 - Culé 0
Quando vivi em Espanha, numa conversa com um culé pouco ou nada irredutível disse:
Eu não gosto de futebol,nunca gostei e acho que com esta idade já não me nasce o amor ao chamado "desporto rei". pode ser o mais excitante dos desportos,o que mais multidões arrasta mas também é de certeza o que mais dissabores causa,mais brigas provoca e mais violência cria! ora aqui nesta zona da península o futebol ocupa bastante tempo nos noticiários o que a mim me leva a trocar imediatamente de canal porque prezo muito a minha sanidade mental. mas de vez em quando, meu esposo é acometido de um súbito interesse futebolístico e lá tenho de ouvir os comentários sempre altamente eloquentes das gentes futeboleiras. de todos os discursos recorrentes no mundo do futebol aquele que eu mais gosto é o dos perdedores que conseguem fazer ressaltar as suas qualidades e fazem-no tão bem que no final de tanta conversa quase nos convencem que eles é que ganharam. afirmações do género: "tivemos mais posse de bola","rematámos mais vezes à baliza adversária","tivemos pouca sorte" e o famosíssimo"a culpa foi do árbitro". ora eu que sempre fui aluna fraca a educação física ainda consegui aprender qualquer coisa. aprendi por exemplo que quando se joga futebol, para ganhar tem se marcar mais golos do que a equipa adversária. ou seja, ter mais posse de bola não dá pontos, rematar à baliza do adversário também não e a falta de sorte ainda não é desculpa para repetir jogos em dias em que os astros estão em posição mais favorável. no futebol ou se marca golo ou não se marca. o quase não vale nada,não se pode ir marcando por aproximação. não há meio termo num jogo, ou se ganha ou se perde. quase ganhar não vale de nada. e é assim em quase tudo na vida. imaginem as eleições para o governo. o partido que fica em segundo lugar não tem direito a governar uma vez por mês. ou na escola, por mais que os alunos insistam com os pais que um nove é quase um dez, a verdade é que um nove é um nove. com nove chumba-se e com dez passa-se. em muitas coisas na vida o quase não é suficiente.
No primeiro ano Mourinho não vai ganhar nada (pois enganei-me ganhou a taça do rei) e no segundo vai ganhar tudo!
Parece que a liga já está quase e ainda falta a segunda volta da Champions.
E deixo uma nota para esse mesmo culé e todos os outros que o seguiam na linha de pensamento:
De todas a coisas que o futebol tem há uma em particular que não mudou ao longo destes anos todos e é o simples facto de: "Ganha a equipa que marca mais golos!" ao que se deve acrescentar na baliza oposta, obviamente!
Para o mesmo culé que me olhava de forma estranha com muito sarcasmo quando lhe dizia, desta vez sobre política e finanças:
Prepara-te que Espanha vai passar um mau bocado, porque os indicadores económicos e financeiros são bem piores que os portugueses!
Parece que não me enganei, e embora a procissão ainda vá no adro ( o Real Madrid ainda não ganhou a liga e Espanha ainda não chegou à miséria que atravessa Portugal), "ambos os dois" vão no bom caminho.
Deixo o genial texto sobre futebol para esclarecer os menos esclarecidos:
Faltou o quase...
Eu não gosto de futebol,nunca gostei e acho que com esta idade já não me nasce o amor ao chamado "desporto rei". pode ser o mais excitante dos desportos,o que mais multidões arrasta mas também é de certeza o que mais dissabores causa,mais brigas provoca e mais violência cria! ora aqui nesta zona da península o futebol ocupa bastante tempo nos noticiários o que a mim me leva a trocar imediatamente de canal porque prezo muito a minha sanidade mental. mas de vez em quando, meu esposo é acometido de um súbito interesse futebolístico e lá tenho de ouvir os comentários sempre altamente eloquentes das gentes futeboleiras. de todos os discursos recorrentes no mundo do futebol aquele que eu mais gosto é o dos perdedores que conseguem fazer ressaltar as suas qualidades e fazem-no tão bem que no final de tanta conversa quase nos convencem que eles é que ganharam. afirmações do género: "tivemos mais posse de bola","rematámos mais vezes à baliza adversária","tivemos pouca sorte" e o famosíssimo"a culpa foi do árbitro". ora eu que sempre fui aluna fraca a educação física ainda consegui aprender qualquer coisa. aprendi por exemplo que quando se joga futebol, para ganhar tem se marcar mais golos do que a equipa adversária. ou seja, ter mais posse de bola não dá pontos, rematar à baliza do adversário também não e a falta de sorte ainda não é desculpa para repetir jogos em dias em que os astros estão em posição mais favorável. no futebol ou se marca golo ou não se marca. o quase não vale nada,não se pode ir marcando por aproximação. não há meio termo num jogo, ou se ganha ou se perde. quase ganhar não vale de nada. e é assim em quase tudo na vida. imaginem as eleições para o governo. o partido que fica em segundo lugar não tem direito a governar uma vez por mês. ou na escola, por mais que os alunos insistam com os pais que um nove é quase um dez, a verdade é que um nove é um nove. com nove chumba-se e com dez passa-se. em muitas coisas na vida o quase não é suficiente.
domingo, 15 de abril de 2012
Dúvida do C
Será que com o novo acordo ortográfico Victor passa a escrever-se Vitor?
Lembrei-me desta porque o pediatra do meu filho chama-se Dr. Mário, mas eu chamo-lhe Dr. Victor, é para facilitar...
Lembrei-me desta porque o pediatra do meu filho chama-se Dr. Mário, mas eu chamo-lhe Dr. Victor, é para facilitar...
sábado, 7 de abril de 2012
O que era preciso
Fazendo um pouco de gajo de Alfama o que era preciso era que os amaricanos bombardeassem tudo o que é país muçulmano, começava-se em Marrocos e acabava-se, digamos... que no Chile.
Ora se eu fosse alfacinha e de alfama diria o seguinte:
O que era preciso era que no 25 de Abril deste ano se fizesse uma revolução a sério e não aquela “mariconada” de 1974! Aquilo de andaram a pôr cravos nas G3 não é de homem!? Por mim era fazer tudo de novo mas desta vez era aviá-los a todos, e pelo sim pelo não uma estaca de madeira no coração, uma bala de prata na cabeça, cabeça cortada com uma espada, e todas essas coisas para matar belisomes, omes múmias, imortais e zombies! Dá-me cá a impressão de que os seguidores do Salazar voltaram do sepulcro, ressuscitaram.
Limpava-se o sarampo a uns quantos e ódepois víamos quem é que tinha corage de andar a fazer aos portugueses o que estes últimos governos andaram a fazer!
Não sei se o que me choca mais é o que os governos fazem e fizeram ou o facto de continuarmos quietos e calados a fazer queixinhas nos cafés e nas conversas de esquina.
Eu por mim era uma revolução, mas a sério, sem cravos e com menos meiguice e depois logo se via se voltavam os mesmos dos costume a fazer o habitual!
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